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O YFQ-44A, desenvolvido pela Anduril para a Força Aérea americana, realizou um teste real lançando um míssil AIM-120 contra um alvo digital no deserto de Mojave. A aeronave foi projetada para voar de forma autônoma e atuar ao lado de caças tripulados.
O ponto de virada não é apenas o avião conseguir decolar, voar e pousar sozinho. É ele já estar sendo integrado a armas de combate aéreo e a missões coordenadas com pilotos humanos.
Por enquanto, a decisão de disparar continua sob controle humano. Mas a navegação, a coordenação e parte da execução da missão caminham para níveis cada vez maiores de autonomia.
O jogo estratégico é simples: colocar mais aeronaves no campo de batalha, reduzir o risco para pilotos e produzir poder aéreo em escala.
A próxima guerra aérea pode ter muitos caças, mas poucos pilotos.
Isso aumenta a segurança ou aproxima o mundo de armas autônomas demais?
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