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A chinesa Galbot apresentou o ET1, seu primeiro robô humanoide bípede, durante a World Robot Conference 2026, em Pequim.
O que chama atenção não é apenas o visual. É a forma como ele se movimenta.
O ET1 combina movimentos coordenados do corpo inteiro com a arquitetura de IA AstraBrain-Agent, desenvolvida pela própria Galbot para percepção, compreensão de comandos humanos, planejamento de ações e controle de movimentos.
A proposta é clara: sair das demonstrações simples e avançar para robôs capazes de executar tarefas físicas cada vez mais complexas no mundo real.
E aqui está o ponto mais importante: essa corrida já não é mais Tesla contra Figure.
Galbot, Unitree, AgiBot, EngineAI, UBTECH, Fourier Intelligence e outras empresas estão acelerando o desenvolvimento de humanoides na China.
Estamos entrando em uma disputa para definir quem vai construir a próxima grande plataforma tecnológica depois do smartphone: máquinas inteligentes capazes de trabalhar no mundo físico.
Se o custo cair e a inteligência continuar avançando, a pergunta deixa de ser “quando teremos robôs humanoides?”
Passa a ser:
quantos empregos e setores serão transformados quando eles chegarem em escala?
Você trabalharia ao lado de um robô como esse?
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