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O BRASIL TEM ATIVOS ESTRATÉGICOS. COMO TRANSFORMÁ-LOS EM DESENVOLVIMENTO?
Com Lula reeleito, começa uma nova etapa de cobrança sobre o futuro do país.
Alimentos, proteína animal, biodiversidade, minerais e energia dão ao Brasil relevância internacional. A oportunidade está em conectar essas forças à ciência, à indústria e à capacidade de negociar.
Nossa análise: soberania depende também de quem domina o conhecimento, processa os recursos e participa das decisões sobre as cadeias produtivas.
O próximo mandato precisará enfrentar gargalos de educação, infraestrutura e produtividade. Avançar exige prioridades claras, responsabilidade fiscal, continuidade dos investimentos, segurança jurídica e articulação entre governo, Congresso, universidades, empresas e sociedade.
A cobrança precisa ter metas verificáveis: projetos executados, profissionais formados, inovação aplicada, empregos qualificados e serviços públicos melhores.
As vantagens brasileiras foram construídas por gerações de trabalhadores, pesquisadores, produtores, empreendedores e instituições. Cabe ao governo transformar esse patrimônio em uma estratégia que alcance mais pessoas.
Qual área deveria receber prioridade — e qual resultado você cobraria até 2030?
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Fontes: TSE/TRE-SP, USGS, MMA, CNA, Mapa, EPE, Banco Central e PBIA/MCTI/CGEE. Períodos de referência indicados nas telas. Propostas identificadas como análise editorial. Imagens conceituais geradas por IA; não representam acontecimentos reais nem comprovam projetos executados.
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